Blog de psicologia com ênfase em psicologia hospitalar e da saúde e psicologia clínica
terça-feira, 6 de fevereiro de 2024
Ensaios de Psicologia Hospitalar 4a. edição
No mês roxo da conscientização do Alzheimer
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024
Psicólogo sem regulamentação?
Vai fazer terapia, consulte o CRP do(a) suposto(a) psicólogo(a) e se não tiver CRP não seja louco. Já tem picaretas demais regulamentados, imagine não regulamentados (vai que nem fez Psicologia ou é estudante se dizendo "psicólogo em formação" kkkk).
Se para ser psicoterapeuta não precisa ser psicólogo(a), então pensem se querem ser atendidos por psicólogos (5 anos de facul + grupos de estudos, supervisão, terapia, especialização e por aí vai) ou se querem ser atendidos por qualquer um (aí amigo é super legal, viu?!).
Você escolhe se quer um(a) profissional sério(a) ou se está na onda do que fala bonito. Marketing dando lavada. Pq marketing quer te seduzir e a psicologia quer cuidar da sua saúde mental.
E assim a classe vai de mal a pior, destruindo o que já conquistou. Depois não adianta ficar esperneando que quer 30 horas, salários justos e blá blá blá. Você não quer nem ser regulamentado. Aff!!!
Aqui, Susana Alamy, psicóloga, psicoterapeuta psicóloga, CRP 04/6956, com muito orgulho!! 36 anos de formada em Psicologia, trabalhando desde sempre na psicologia clínica e hospitalar. Aliás, pioneira na psicologia hospitalar, tendo dado uma imensa contribuição na sua construção (até hoje). Na pandemia fomos nós, os veteranos, que auxiliamos os mais novos e demos show!! Que orgulho!!
E só mais um detalhe: não estou psicóloga, EU SOU PSICÓLOGA!!! 😍😍
Pronto. Falei.
Apanhei e não morri
quarta-feira, 31 de janeiro de 2024
As três peneiras
AS
TRÊS PENEIRAS
(Autoria atribuída a Sócrates)
Dona Flora foi transferida de seção na fábrica em que trabalhava. Para “fazer média” com o novo chefe, logo no primeiro dia, saiu-se com essa:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito da Zefinha...
Nem chegou a terminar a frase porque “seu” Lico aparteou:
- Espere um pouco, Dona Flora. O que vai me contar já passou
pelas três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, “seu” Lico?
- A primeira é a da VERDADE. Tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não, como posso? O que sei foi o que me contaram, mas eu acho que...
- Então sua história já vazou na primeira peneira.
- Vamos à segunda que é a da BONDADE. O que vai me contar é alguma coisa que gostaria que os outros dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre!
- Então, essa história vazou na segunda peneira. Vamos ver na terceira que é a da NECESSIDADE. A senhora acha mesmo necessário contar-me esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não, chefe. Passando nestas três peneiras vi que não sobrou nada mesmo do que eu ia lhe contar.
Já pensaram como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem sempre essas três peneiras? Da próxima vez que surgir um boato por aí, passem-no nas três peneiras antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante.
In: Bons Modos, Afabilidade e Cortesia. Um livro de Susana Alamy
(encomende seu exemplar: 31998181779
sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
Carta para uma mãezinha especial
Carta para uma mãezinha especial
(por Susana Alamy, psicóloga - para Hagnes Ferreira)
Querida mãezinha,
Escrevo esta carta para lhe dizer que entendo suas aflições e seu
sofrimento.
Ser mãezinha de uma criança especial é enfrentar desafios diários,
inclusive aqueles internos que ficam reverberando.
Eu sei que a maioria dos profissionais não têm muito tato na hora de
falar com você, que utilizam parâmetros que não servem, para se referirem à sua
criança.
Quero reforçar que uma criança especial é especial no sentido mais
genuíno do termo (e não estou romantizando) e que ela terá seus próprios
parâmetros. Assim, NÃO existe atraso no seu desenvolvimento. Porque ela vai se
desenvolver no seu próprio tempo e seu parâmetro será o dia de ontem, em como
ela estava ontem. O parâmetro será ela mesma.
Os profissionais, muitas vezes, ficam ansiosos, porque uma criança
especial é uma releitura do alcance da sua capacidade de ajudar. Querem, então,
que ela se desenvolva como todas as crianças "comuns".
- Tem que estimular a criança. Tem que estimular abrir a mãozinha. Tem
que estimular caminhar. Tem que estimular sorrir.
E por aí vão tantos "tem que". E aja estimulação para
atendê-los.
Mãezinha, muitas crianças não dependerão do quanto você as estimule. E
está tudo bem. Curta sua(seu) bebê do jeitinho que ela(e) é. Nem mais e nem
menos. E comemore cada conquista dela(e). Lembrando que essas conquistas são em
referência a ela mesma.
Eu poderia achar que posso voar se meu parâmetro fossem os pássaros e
assim meu desenvolvimento seria sempre zero, porque não tenho asas. Mas posso
pensar em recursos para me aproximar de algum voo se eu olhar para minhas
próprias limitações.
Mãezinha, sem querer ser piegas, quero lhe dizer que só existe uma
criança especial para uma mãezinha especial. Se chegou até você é porque você é
a mãezinha que ela precisa, sem tirar e nem colocar nada.
É isso!!
Meu abraço carinhoso,
Susana Alamy
18/01/2024
sábado, 9 de dezembro de 2023
Você sabe quais os cuidados deve ter na psicoterapia online?
sábado, 4 de novembro de 2023
Fotos com alunos
Fotos com alunos
Vou postar algumas fotos aleatórias de algumas das minhas aulas.
Gostaria de postar fotos com todos os meus alunos, mas é impossível, assim, sintam-se representados em cada foto. Depois vou procurar mais algumas e posto.
Abraço carinho para todos os meus queridos alunos.
sexta-feira, 22 de setembro de 2023
Depoimentos de alunos e outros
Boa tarde, pessoal!!
Muito bom encontrar vocês por aqui.
Abraços,
Susana Alamy
domingo, 27 de agosto de 2023
Dia do Psicólogo - Ser psicólogo...
“Ao psicólogo não é dado o martelo dos juízes, as prerrogativas dos promotores, nem o bisturi dos cirurgiões, somos pequenos clínicos da alma, engenheiros de manutenção da psique, pequenos o bastante para não sermos protagonistas nem julgadores da vida alheia e fortes o bastante para ressuscitar protagonistas. Somos guardiões das maiores capacidades humanas, muitas vezes escondidas por transtornos dos mais diversos. Nosso trabalho é de longo prazo, exige a paciência dos monges, a continência dos soldados e a perspicácia dos sábios. Ser psicólogo não é um status profissional, é uma constante descoberta de si mesmo e do outro, de tantos outros, não é um lugar ao qual chegamos, mas um caminho pelo qual trilhamos, de estudos e descobertas constantes. É poder visitar diariamente universos diferentes, maravilhando-se sempre com a novidade das infinitas possibilidades humanas. Ser psicólogo não é passar o dia ouvindo problemas, mas sim presenciar o desbravamento de caminhos inimagináveis e poder contemplar o sorriso depois das lágrimas, é vislumbrar a mais verdadeira e honesta expressão da pessoa humana em busca de sentido, em busca de si mesma, é poder ver o sucesso da vida sobre a morte e apesar dela. Ser psicólogo é poder assimilar e compreender diferentes e extensas teorias e ainda permanecer-se aberto ao novo e singular de cada pessoa, é ser capaz de ter muitas convicções e a principal delas é a de que sempre haverá algo de muito novo e de muito precioso a se aprender a cada encontro, a cada dia. Ser psicólogo é poder caminhar pelos vales escuros onde ninguém quer ir e convidar os que por lá se perderam a desfrutar a alegria dos dias ensolarados.” (Élison Santos, 2016 - @elison.san)
O meu abraço afetuoso a todos,
@susanaalamy
@psicologiahospitalarr
sábado, 18 de março de 2023
Livro Atendimento Domiciliar e Alzheimer
Atendimento Domiciliar e Alzheimer é um livro ilustrado, bem colorido, desenhado e escrito para ser uma leitura agradável, quebrando toda a aridez que o tema traz. Tem como objetivo ser um livro útil, pautado na dignidade humana, na qualidade de vida e na alegria de viver.
Trata-se de uma leitura que flui, com vocabulário acessível e transparência de ideias.
Escrito por Susana Alamy (mesma autora de “Ensaios de Psicologia Hospitalar: a ausculta da alma”). Como autora independente fez todo o processo do livro, desde escrevê-lo até vendê-lo (incluindo capa, ilustrações, miolo, preparação de texto, composição, diagramação, arte final), sem passar por uma editora tradicional.
Autora: Susana Alamy
Dedicatória
Agradecimentos
Apresentação geral
Este livro
Introdução geral
CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO AO ATENDIMENTO DOMICILIAR E AO PACIENTE COM DOENÇA DE ALZHEIMER
Introdução
Definições
Atendimento domiciliar
Atendimento psicológico domiciliar
Domicílio
Home care
Atenção domiciliar
Assistência domiciliar
Internação domiciliar
Diagnóstico: Doença de Alzheimer
Demência
Doença de Alzheimer ou Mal de Alzheimer
Demência por corpos de Lewy
Demência vascular ou cerebrovascular
Doença de Pick
Doença de Parkinson
Doença de Huntington ou Coreia de Huntington
Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ)
Paralisia supranuclear progressiva ou Síndrome de Steele-Richardson-Olszewski Demência Alcóolica ou Demência persistente induzida por álcool
Patologias atendidas em domicílio
Peculiaridades no atendimento domiciliar
Ambiente físico
Algumas considerações a respeito do domicílio
Família
Família biológica
Família de origem
Família desvinculada
Família disfuncional
Paciente identificado (ou portador de sintoma)
Família enredada
Família estendida
Família focada (ou centrada) na criança
Família misturada (ou reconstituída)
Família não consanguínea simples
Família por afinidade
Família nuclear
Família permeável
Família oportuna
Família rígida
Família poliafetiva
Famílias multiespécie
Família monoparental
Família anaparental
Institucionalização do idoso
Cuidador
Profissionais de saúde
O psicólogo na equipe multiprofissional
Condições de trabalho no atendimento domiciliar
O atendimento domiciliar e a psicologia hospitalar
CAPÍTULO 2 - Orientações e Atividades
Introdução
Orientações preliminares
Jogos dos erros ou das diferenças
Cachorrinho
Flor
Porquinho
Cachorrinho
Árvore
Jogo da memória
Quebra-cabeça
Desenhos para colorir/pintar
Pássaro
Flores
Pato
Galo
Árvore de Natal
Dominó
Brinquedos encontrados em lojas
Trabalho personalizado
CAPÍTULO 3 - Perguntas e Respostas SOBRE ALZHEIMER
Pergunta 1: O que fazer quando o médico dá o diagnóstico de Doença de Alzheimer?
Pergunta 2: Como contar para o paciente que ele tem Doença de Alzheimer?
Pergunta 3: O que fazer com tantas perguntas e tão poucas respostas?
Pergunta 4: A Doença de Alzheimer aparece de uma hora para outra?
Pergunta 5: O medicamento parece estar fazendo mais mal do que bem. O que devo fazer? Pergunta 6: Troquei a medicação do meu ente querido, porque não estava fazendo efeito. Fiz bem?
Pergunta 7: O paciente está muito agressivo, não aguento mais. O que devo fazer?
Pergunta 8: O paciente parece que está deprimido. Será depressão ou será sintoma do quadro de Doença de Alzheimer?
Pergunta 9: Posso chamar a polícia para o meu irmão ser obrigado a me ajudar com meu pai? Pergunta 10: Quais são os estágios da Doença de Alzheimer?
Estágio Inicial
Estágio intermediário
Estágio avançado
Quadro ilustrativo dos estágios da Doença de Alzheimer
Pergunta 11: Minha família nega que meu ente esteja com Doença de Alzheimer, dizem que é coisa da minha cabeça. O que devo fazer?
Pergunta 12: Minha mãe já não me reconhece mais e eu me sinto muito, muito triste. Alguém pode me ajudar?
Pergunta 13: Sinto-me muito culpado por não conseguir ajudar o meu familiar. O que estou fazendo de errado?
Pergunta 14: Quem deve ser o responsável pela pessoa que tem Doença de Alzheimer?
Pergunta 15: Não confio em ninguém para cuidar da minha mãe. Será que só eu me dedico o suficiente? Pergunta 16: Estou exausta e não aguento mais tanta responsabilidade. Sou eu quem tenho que fazer tudo, ninguém me ajuda. Mas o que posso fazer?
Pergunta 17: Devo tomar alguma medida de segurança para garantir a integridade física e psicológica do meu familiar?
Pergunta 18: A Doença de Alzheimer tem cura?
Pergunta 19: De quem é a obrigação de cuidar?
Pergunta 20: Devo colocar meu pai, que tem Doença de Alzheimer, em uma casa para pessoas idosas? Pergunta 21: Quem deve arcar com as despesas?
Pergunta 22: O paciente tem culpa de estar doente?
Pergunta 23: Doença de Alzheimer é hereditária?
Pergunta 24: Às vezes me desespero frente a tudo o que tenho que dar conta. O que devo fazer? Pergunta 25: Minha mãe quer comer o dia todo. O que devo fazer?
Pergunta 26: O que devo fazer quando meu ente pergunta a mesma coisa mil vezes?
Pergunta 27: Minha mãe reclama de dores e quando chegamos ao médico ela diz que é coisa da minha cabeça. Será que ela está fazendo hora com a minha cara?
Pergunta 28: Não tem ninguém na minha família com Doença de Alzheimer e minha mãe foi diagnóstica com esta doença. É possível ela ser a primeira na família?
Pergunta 29: Doença de Alzheimer é a mesma coisa que demência?
Pergunta 30: É fácil distinguir se o paciente está com depressão ou com Doença de Alzheimer?
Pergunta 31: Hoje eu perdi a paciência com meu pai e o xinguei. Devo pedir desculpas? Pergunta 32: A pessoa com Doença de Alzheimer tem momentos de lucidez ou de lembrança? Pergunta 33: A diminuição da capacidade de memória interfere no dia-a-dia do paciente? Pergunta 34: Como ajudar o paciente a não se angustiar quando percebe que fez alguma coisa errada, atrapalhada?
Pergunta 35: O paciente morrerá de Doença de Alzheimer?
Pergunta 36: O paciente está no início da doença e o que percebemos é que está muito distraído, sem atenção e com a memória um pouco prejudicada. Ele deve ser proibido de fazer algumas coisas, como, por exemplo, dirigir carro e sair sozinho?
Pergunta 37: Minha mãe gosta muito de ler. A leitura é boa para ajudá-la em sua cognição? Pergunta 38: A paciente que cuido sempre me diz que está com saudades do filho, que ele não telefona e não vem visitá-la. Só que ele vem umas duas vezes por semana e telefona todos os dias umas três vezes. Mas ela se esquece. O que devo fazer?
Pergunta 39: Posso deixar a paciente que cuido ir sozinha ao banheiro?
Pergunta 40: É perigoso o paciente se levantar sozinho da cama e caminhar pela casa?
Pergunta 41: O psicólogo pode ajudar uma pessoa com Doença de Alzheimer? O que ele pode fazer? Pergunta 42: O que o psicólogo pode fazer pela família do paciente com Doença de Alzheimer? Pergunta 43: É normal a pessoa ter Alzheimer quando fica velha? É da idade?
Pergunta 44: Quando a pessoa fica mais velha e começa a perder a memória é sinal de que está com Doença de Alzheimer ou “é da idade”?
Pergunta 45: É bom o paciente ter um animal de estimação?
Pergunta 46: Quais os profissionais devem assistir ao paciente com Doença de Alzheimer? Pergunta 47: Por que o paliativista é importante? O que ele faz?
Pergunta 48: Quais livros são indicados quando descubro que tenho um familiar com Doença de Alzheimer?
CAPÍTULO 4 - CASOS ILUSTRATIVOS
Introdução
Dona Joaquina
Dona Aylin
Senhor Rafael
Dona Ariadne
Eleonora
Dona María
Dona Sarah
Dona Flor
Considerações
ANEXOS
Anexo 2 - Anamnese para atendimento psicológico domiciliar
referências
sobre a autora
canais de contatos com a autora
Você pode adquirir o livro com a autora mandando um whatsapp para 31998181779 ou na Carlos Livraria: https://www.carloslivraria.com.br/atendimento-e-alzheimer-domiciliar. “Dê livros de presente”!!
Algumas mensagens recebidas pelo whatsapp:













































