terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

Ensaios de Psicologia Hospitalar 4a. edição


Oi, pessoal!! É com grande alegria que compartilho com vocês este momento tão especial para mim.

Ensaios de Psicologia Hospitalar 4a. edição, edição especial comemorativa de 21 anos, o seu compêndio de psicologia hospitalar.

Abraços,



 

No mês roxo da conscientização do Alzheimer


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Alivie a jornada de cuidar de um ente querido com Alzheimer com este livro essencial.
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Encontre 48 respostas para suas dúvidas mais frequentes
Conheça 20 tipos comuns de famílias de pacientes
Leia 8 casos reais de pacientes para entender melhor a doença
Tenha uma leitura fluida e agradável com ilustrações coloridas

Este livro vai além do básico sobre Alzheimer e atendimento domiciliar, com insights práticos da experiência da autora em home care. Você vai aprender a lidar com os desafios diários de cuidar de um ente querido com Alzheimer, desde a comunicação até exercícios que estimulem sua mente sem infantilizá-lo. As ilustrações coloridas e os casos reais tornam o aprendizado mais fácil e agradável.

Ideal para familiares, cuidadores e equipes de saúde lidando com pacientes de Alzheimer, este livro fornece clareza e alívio. Você sairá mais confiante e preparado para apoiar seu ente querido nesta jornada, com ferramentas para melhorar seu bem-estar e qualidade de vida. É o guia essencial para cuidar de alguém com compaixão e sabedoria.

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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Psicólogo sem regulamentação?


Depois do BABADO FORTE da semana, onde tiveram psicólogos e estudantes defendendo que para ser psicoterapeuta não precisa de CRP, que não precisa de conselho de psicologia, venho como PSICÓLOGA PSICOTERAPEUTA levantar a bandeira de que precisamos sim de órgão regulador e que no nosso caso é o Conselho de Psicologia.

Vai fazer terapia, consulte o CRP do(a) suposto(a) psicólogo(a) e se não tiver CRP não seja louco. Já tem picaretas demais regulamentados, imagine não regulamentados (vai que nem fez Psicologia ou é estudante se dizendo "psicólogo em formação" kkkk).

Se para ser psicoterapeuta não precisa ser psicólogo(a), então pensem se querem ser atendidos por psicólogos (5 anos de facul + grupos de estudos, supervisão, terapia, especialização e por aí vai) ou se querem ser atendidos por qualquer um (aí amigo é super legal, viu?!).

Você escolhe se quer um(a) profissional sério(a) ou se está na onda do que fala bonito. Marketing dando lavada. Pq marketing quer te seduzir e a psicologia quer cuidar da sua saúde mental.

E assim a classe vai de mal a pior, destruindo o que já conquistou. Depois não adianta ficar esperneando que quer 30 horas, salários justos e blá blá blá. Você não quer nem ser regulamentado. Aff!!!

Aqui, Susana Alamy, psicóloga, psicoterapeuta psicóloga, CRP 04/6956, com muito orgulho!! 36 anos de formada em Psicologia, trabalhando desde sempre na psicologia clínica e hospitalar. Aliás, pioneira na psicologia hospitalar, tendo dado uma imensa contribuição na sua construção (até hoje). Na pandemia fomos nós, os veteranos, que auxiliamos os mais novos e demos show!! Que orgulho!!

E só mais um detalhe: não estou psicóloga, EU SOU PSICÓLOGA!!! 😍😍

Pronto. Falei.
@susanaalamy

 

Apanhei e não morri

       

APANHEI E NÃO MORRI

O que acham quando dizem que apanharam e não morreram?

Pois é... Complicado isso, né?!

Quem apanha de pessoas que deveriam lhe dar amor, associam violência a amor e mais tarde, quando adultas, tendem a aceitar a violência doméstica como algo natural. É a banalização da violência familiar.

Não que escapemos dela. A violência e a toxidade familiar são uma constante dentro das famílias, principalmente aquelas que não aceitam as mudanças e nem as pessoas que não se enquadram naquilo que pensam. Famílias autoritárias.

Aquelas pessoas que não se enquadram na mesmice de 1900 também sofrem. Porque mudar requer responsabilidade e autonomia. É muito mais fácil repetir hábitos do que repensá-los. E tome violência.

A propósito estou preocupada com o índice de violência no mundo. Vizinhos matando vizinhos por banalidades, coleguinhas de escola, e no trânsito nem preciso falar...

É urgente que as pessoas aprendam sobre RESPEITO e DIÁLOGO.

Se precisarem de ajuda, procurem uma psicóloga, mas não deixem a sua toxidade perpetuar e muito menos a violência.

Depois vou postar sobre violência psicológica, toxidade da família e outros temas leves kkkkkkkkkkk.

Beijos

 

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

As três peneiras




AS TRÊS PENEIRAS

(Autoria atribuída a Sócrates)

Dona Flora foi transferida de seção na fábrica em que trabalhava. Para “fazer média” com o novo chefe, logo no primeiro dia, saiu-se com essa:

- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito da Zefinha...

Nem chegou a terminar a frase porque “seu” Lico aparteou:

- Espere um pouco, Dona Flora. O que vai me contar já passou pelas três peneiras?

- Peneiras? Que peneiras, “seu” Lico?

- A primeira é a da VERDADE. Tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

- Não, como posso? O que sei foi o que me contaram, mas eu acho que...

- Então sua história já vazou na primeira peneira.

 - Vamos à segunda que é a da BONDADE. O que vai me contar é alguma coisa que gostaria que os outros dissessem a seu respeito?

 - Claro que não! Deus me livre!

- Então, essa história vazou na segunda peneira. Vamos ver na terceira que é a da NECESSIDADE. A senhora acha mesmo necessário contar-me esse fato ou mesmo passá-lo adiante?

- Não, chefe. Passando nestas três peneiras vi que não sobrou nada mesmo do que eu ia lhe contar.

Já pensaram como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem sempre essas três peneiras? Da próxima vez que surgir um boato por aí, passem-no nas três peneiras antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante.


In: Bons Modos, Afabilidade e Cortesia. Um livro de Susana Alamy

(encomende seu exemplar: 31998181779


 

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Carta para uma mãezinha especial


Carta para uma mãezinha especial

(por Susana Alamy, psicóloga - para Hagnes Ferreira)

 

Querida mãezinha,

 

Escrevo esta carta para lhe dizer que entendo suas aflições e seu sofrimento.

 

Ser mãezinha de uma criança especial é enfrentar desafios diários, inclusive aqueles internos que ficam reverberando.

 

Eu sei que a maioria dos profissionais não têm muito tato na hora de falar com você, que utilizam parâmetros que não servem, para se referirem à sua criança.

 

Quero reforçar que uma criança especial é especial no sentido mais genuíno do termo (e não estou romantizando) e que ela terá seus próprios parâmetros. Assim, NÃO existe atraso no seu desenvolvimento. Porque ela vai se desenvolver no seu próprio tempo e seu parâmetro será o dia de ontem, em como ela estava ontem. O parâmetro será ela mesma.

 

Os profissionais, muitas vezes, ficam ansiosos, porque uma criança especial é uma releitura do alcance da sua capacidade de ajudar. Querem, então, que ela se desenvolva como todas as crianças "comuns". 

 

- Tem que estimular a criança. Tem que estimular abrir a mãozinha. Tem que estimular caminhar. Tem que estimular sorrir. 

 

E por aí vão tantos "tem que". E aja estimulação para atendê-los.

 

Mãezinha, muitas crianças não dependerão do quanto você as estimule. E está tudo bem. Curta sua(seu) bebê do jeitinho que ela(e) é. Nem mais e nem menos. E comemore cada conquista dela(e). Lembrando que essas conquistas são em referência a ela mesma.

 

Eu poderia achar que posso voar se meu parâmetro fossem os pássaros e assim meu desenvolvimento seria sempre zero, porque não tenho asas. Mas posso pensar em recursos para me aproximar de algum voo se eu olhar para minhas próprias limitações. 

 

Mãezinha, sem querer ser piegas, quero lhe dizer que só existe uma criança especial para uma mãezinha especial. Se chegou até você é porque você é a mãezinha que ela precisa, sem tirar e nem colocar nada.

 

É isso!!

Meu abraço carinhoso, 

Susana Alamy

18/01/2024


 

sábado, 9 de dezembro de 2023

Você sabe quais os cuidados deve ter na psicoterapia online?


Você sabe quais os cuidados deve ter na psicoterapia online?

Isto é para pacientes e psicólogos(as)

1. Busque informações sobre o(a) psicólogo(a) que irá te atender. Dê um google nele(a).
2. Procure saber qual o CRP do(a) psicólogo(a) e confira no site do Conselho Federal de Psicologia se há alguma coisa que o(a) desabone.
3. Informe-se sobre a linha de trabalho do(a) psicólogo(a), se é uma linha reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia. Tem muita gente por aí dizendo que faz terapias que não são reconhecidas pelo CFP.
4. C-U-I-D-A-D-O !!
Psicoterapia é só com psicólogo(a), com mais ninguém.
5. Garantam (psicólogo e paciente) que a sessão de terapia se dê em local calmo e tranquilo, sem interrupções e sem a presença de outras pessoas.
6. Corra de psicólogos(as) que garatem resultados, que prometem curas, que asseguram milagres.
Ou seja, corra de charlatães.
7. Garantam (psicólogo e paciente) o SIGILO que a psicoterapia exige. Não gravem as sessões, não usem plataformas que possam ser raqueadas.
8. Lembre-se que psicoterapia é processo, não tenha pressa: paciente, vá no seu ritmo; psicólogo(a), respeite o ritmo do paciente.

Se este post faz sentido para você, divulgue, compartilhe, marque quem você acha que precisa saber sobre a psicoterapia. E me siga no instagram para mais conteúdos: @psicologiahospitalarr 



 

sábado, 4 de novembro de 2023

Fotos com alunos

Fotos com alunos

Vou postar algumas fotos aleatórias de algumas das minhas aulas. 

Gostaria de postar fotos com todos os meus alunos, mas é impossível, assim, sintam-se representados em cada foto. Depois vou procurar mais algumas e posto. 

Abraço carinho para todos os meus queridos alunos.



sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Depoimentos de alunos e outros

DEPOIMENTOS DE ALUNOS E OUTROS

Boa tarde, pessoal!! 

Muito bom encontrar vocês por aqui. 

Seguem alguns depoimentos de alunos dos meus cursos e também de leitores dos meus livros. Todos queridos, que através dos depoimentos deixaram seu carinho. Gratidão!

E se você se sentir a vontade para dar seu depoimento, escreva-o abaixo nos comentários. Será um prazer ler e responder-lhe.

Abraços,
Susana Alamy
Insta: @psicologiahospitalarr e @susanaalamy
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Este post é reconhecimento de uma luta desde sempre: pelos direitos humanos e pela democracia. Gratidão, Ulapsi.

Aqui vou postar depoimentos aleatórios e aos poucos. Voltem sempre para conferir o que falam as pessoas sobre mim e sobre meu trabalho. 
Gratidão a todos que dedicaram um tempo para me escrever. 
Lembro-me de cada um de vocês e sempre serão muito queridos por mim, fazem parte da minha história, da minha alegria de ser psicóloga.











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domingo, 27 de agosto de 2023

Dia do Psicólogo - Ser psicólogo...


Pelo dia do psicólogo vou ler um texto que acho maravilhoso e que resume a nossa jornada junto às pessoas. É um texto do psicólogo e professor Élison Santos.

“Ao psicólogo não é dado o martelo dos juízes, as prerrogativas dos promotores, nem o bisturi dos cirurgiões, somos pequenos clínicos da alma, engenheiros de manutenção da psique, pequenos o bastante para não sermos protagonistas nem julgadores da vida alheia e fortes o bastante para ressuscitar protagonistas. Somos guardiões das maiores capacidades humanas, muitas vezes escondidas por transtornos dos mais diversos. Nosso trabalho é de longo prazo, exige a paciência dos monges, a continência dos soldados e a perspicácia dos sábios. Ser psicólogo não é um status profissional, é uma constante descoberta de si mesmo e do outro, de tantos outros, não é um lugar ao qual chegamos, mas um caminho pelo qual trilhamos, de estudos e descobertas constantes. É poder visitar diariamente universos diferentes, maravilhando-se sempre com a novidade das infinitas possibilidades humanas. Ser psicólogo não é passar o dia ouvindo problemas, mas sim presenciar o desbravamento de caminhos inimagináveis e poder contemplar o sorriso depois das lágrimas, é vislumbrar a mais verdadeira e honesta expressão da pessoa humana em busca de sentido, em busca de si mesma, é poder ver o sucesso da vida sobre a morte e apesar dela. Ser psicólogo é poder assimilar e compreender diferentes e extensas teorias e ainda permanecer-se aberto ao novo e singular de cada pessoa, é ser capaz de ter muitas convicções e a principal delas é a de que sempre haverá algo de muito novo e de muito precioso a se aprender a cada encontro, a cada dia. Ser psicólogo é poder caminhar pelos vales escuros onde ninguém quer ir e convidar os que por lá se perderam a desfrutar a alegria dos dias ensolarados.” (Élison Santos, 2016 - @elison.san)

O meu abraço afetuoso a todos,
@susanaalamy
@psicologiahospitalarr

 

sábado, 18 de março de 2023

Livro Atendimento Domiciliar e Alzheimer


Atendimento Domiciliar e Alzheimer é um livro ilustrado, bem colorido, desenhado e escrito para ser uma leitura agradável, quebrando toda a aridez que o tema traz. Tem como objetivo ser um livro útil, pautado na dignidade humana, na qualidade de vida e na alegria de viver.

Trata-se de uma leitura que flui, com vocabulário acessível e transparência de ideias.

Escrito por Susana Alamy (mesma autora de “Ensaios de Psicologia Hospitalar: a ausculta da alma”). Como autora independente fez todo o processo do livro, desde escrevê-lo até vendê-lo (incluindo capa, ilustrações, miolo, preparação de texto, composição, diagramação, arte final), sem passar por uma editora tradicional.


SUMÁRIO do livro “Atendimento Domiciliar e Alzheimer
Autora: Susana Alamy
 
Dedicatória  
Agradecimentos
Apresentação geral       
Este livro                    
Introdução geral           
 
CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO AO ATENDIMENTO DOMICILIAR E AO PACIENTE COM DOENÇA DE ALZHEIMER                          
Apresentação   
Introdução       
Definições       
            Atendimento domiciliar                       
            Atendimento psicológico domiciliar      
            Domicílio                    
            Home care                              
            Atenção domiciliar                              
            Assistência domiciliar                          
            Internação domiciliar                           
Diagnóstico: Doença de Alzheimer                   
            Demência                                                       
            Doença de Alzheimer ou Mal de Alzheimer                  
            Demência por corpos de Lewy                         
            Demência vascular ou cerebrovascular              
            Doença de Pick                                               
            Doença de Parkinson                           
            Doença de Huntington ou Coreia de Huntington            
            Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ)                  
            Paralisia supranuclear progressiva ou Síndrome de Steele-Richardson-Olszewski                         Demência Alcóolica ou Demência persistente induzida por álcool                                  
Patologias atendidas em domicílio                    
Peculiaridades no atendimento domiciliar                     
Ambiente físico                                                          
Algumas considerações a respeito do domicílio             
Família                                                                       
        Família biológica                                            
        Família de origem                                           
        Família desvinculada                                       
        Família disfuncional                                        
        Paciente identificado (ou portador de sintoma)              
        Família enredada                                             
        Família estendida                                            
        Família focada (ou centrada) na criança                        
        Família misturada (ou reconstituída)                 
        Família não consanguínea simples                    
        Família por afinidade                                       
        Família nuclear                                               
        Família permeável                                           
        Família oportuna                                             
        Família rígida                                                  
        Família poliafetiva                                           
        Famílias multiespécie                                     
        Família eudemonista                                        
        Família monoparental                                      
        Família anaparental                                         
Institucionalização do idoso                                         
Cuidador                                                                    
Profissionais de saúde                                                 
O psicólogo na equipe multiprofissional                                   
Condições de trabalho no atendimento domiciliar                      
O atendimento domiciliar e a psicologia hospitalar                    
 
CAPÍTULO 2 - Orientações e Atividades                  
Apresentação                                                                          
Introdução                                                                              
Orientações preliminares                                                         
Jogos dos erros ou das diferenças                                             
            Cachorrinho                                                                
            Flor                                                                            
            Porquinho                                                                   
            Cachorrinho                                                                
            Árvore                                                                       
Jogo da memória                                                                    
Quebra-cabeça                                                                        
Desenhos para colorir/pintar                                                    
            Pássaro                                                                       
            Flores                                                                         
            Pato                                                                           
            Galo                                                                           
            Árvore de Natal                                                          
Dominó                                                                                             
Brinquedos encontrados em lojas                                             
Trabalho personalizado                                                           
 
CAPÍTULO 3 - Perguntas e Respostas SOBRE ALZHEIMER            
Apresentação                                                                          
Pergunta 1: O que fazer quando o médico dá o diagnóstico de Doença de Alzheimer?
Pergunta 2: Como contar para o paciente que ele tem Doença de Alzheimer?      
Pergunta 3: O que fazer com tantas perguntas e tão poucas respostas?                
Pergunta 4: A Doença de Alzheimer aparece de uma hora para outra?    
Pergunta 5: O medicamento parece estar fazendo mais mal do que bem. O que devo fazer? Pergunta 6: Troquei a medicação do meu ente querido, porque não estava fazendo efeito. Fiz bem?                          
Pergunta 7: O paciente está muito agressivo, não aguento mais. O que devo fazer?
Pergunta 8: O paciente parece que está deprimido. Será depressão ou será sintoma do quadro de Doença de Alzheimer?
Pergunta 9: Posso chamar a polícia para o meu irmão ser obrigado a me ajudar com meu pai?  Pergunta 10: Quais são os estágios da Doença de Alzheimer?    
            Estágio Inicial  
            Estágio intermediário   
            Estágio avançado
            Quadro ilustrativo dos estágios da Doença de Alzheimer                       
Pergunta 11: Minha família nega que meu ente esteja com Doença de Alzheimer, dizem que é coisa da minha cabeça. O que devo fazer?
Pergunta 12: Minha mãe já não me reconhece mais e eu me sinto muito, muito triste. Alguém pode me ajudar?
Pergunta 13: Sinto-me muito culpado por não conseguir ajudar o meu familiar. O que estou fazendo de errado?                   
Pergunta 14: Quem deve ser o responsável pela pessoa que tem Doença de Alzheimer?
Pergunta 15: Não confio em ninguém para cuidar da minha mãe. Será que só eu me dedico o suficiente? Pergunta 16: Estou exausta e não aguento mais tanta responsabilidade. Sou eu quem tenho que fazer tudo, ninguém me ajuda. Mas o que posso fazer?          
Pergunta 17: Devo tomar alguma medida de segurança para garantir a integridade física e psicológica do meu familiar?          
Pergunta 18: A Doença de Alzheimer tem cura?
Pergunta 19: De quem é a obrigação de cuidar?
Pergunta 20: Devo colocar meu pai, que tem Doença de Alzheimer, em uma casa para pessoas idosas?   Pergunta 21: Quem deve arcar com as despesas?           
Pergunta 22: O paciente tem culpa de estar doente?
Pergunta 23: Doença de Alzheimer é hereditária?
Pergunta 24: Às vezes me desespero frente a tudo o que tenho que dar conta. O que devo fazer? Pergunta 25: Minha mãe quer comer o dia todo. O que devo fazer? 
Pergunta 26: O que devo fazer quando meu ente pergunta a mesma coisa mil vezes?
Pergunta 27: Minha mãe reclama de dores e quando chegamos ao médico ela diz que é coisa da minha cabeça. Será que ela está fazendo hora com a minha cara?
Pergunta 28: Não tem ninguém na minha família com Doença de Alzheimer e minha mãe foi diagnóstica com esta doença. É possível ela ser a primeira na família?
Pergunta 29: Doença de Alzheimer é a mesma coisa que demência?                              
Pergunta 30: É fácil distinguir se o paciente está com depressão ou com Doença de Alzheimer?
Pergunta 31: Hoje eu perdi a paciência com meu pai e o xinguei. Devo pedir desculpas? Pergunta 32: A pessoa com Doença de Alzheimer tem momentos de lucidez ou de lembrança? Pergunta 33: A diminuição da capacidade de memória interfere no dia-a-dia do paciente? Pergunta 34: Como ajudar o paciente a não se angustiar quando        percebe que fez alguma coisa errada, atrapalhada?         
Pergunta 35: O paciente morrerá de Doença de Alzheimer?
Pergunta 36: O paciente está no início da doença e o que percebemos é que está muito distraído, sem atenção e com a memória um pouco prejudicada. Ele deve ser proibido de fazer algumas coisas, como, por exemplo, dirigir carro e sair sozinho?           
Pergunta 37: Minha mãe gosta muito de ler. A leitura é boa para ajudá-la em sua cognição? Pergunta 38: A paciente que cuido sempre me diz que está com saudades do filho, que ele não telefona e não vem visitá-la. Só que ele vem umas duas vezes por semana e telefona todos os dias umas três vezes. Mas ela se esquece. O que devo fazer?  
Pergunta 39: Posso deixar a paciente que cuido ir sozinha ao banheiro?              
Pergunta 40: É perigoso o paciente se levantar sozinho da cama e caminhar pela casa?
Pergunta 41: O psicólogo pode ajudar uma pessoa com Doença de Alzheimer? O que ele pode fazer? Pergunta 42: O que o psicólogo pode fazer pela família do paciente com Doença de Alzheimer? Pergunta 43: É normal a pessoa ter Alzheimer quando fica velha? É da idade?    
Pergunta 44: Quando a pessoa fica mais velha e começa a perder a memória é sinal de que está com Doença de Alzheimer ou “é da idade”?
Pergunta 45: É bom o paciente ter um animal de estimação?
Pergunta 46: Quais os profissionais devem assistir ao paciente com Doença de Alzheimer? Pergunta 47: Por que o paliativista é importante? O que ele faz?
Pergunta 48: Quais livros são indicados quando descubro que tenho um familiar com Doença de Alzheimer?                  
 
CAPÍTULO 4 - CASOS ILUSTRATIVOS                               
Apresentação                                                                          
Introdução                                                                              
Dona Joaquina                                                                        
Dona Aylin                                                                              
Senhor Rafael                                                                         
Dona Ariadne                                                                         
Eleonora                                                                                
Dona María                                                                            
Dona Sarah                                                                            
Dona Flor                                                                               
Considerações                                                                        
 
ANEXOS                                                                               
        Anexo 1 - Estatuto do Idoso (parcial)                                       
        Anexo 2 - Anamnese para atendimento psicológico domiciliar   
referências                                                                    
sobre a autora                                                               
 

canais de contatos com a autora   

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