sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Apanhei e não morri

       

APANHEI E NÃO MORRI

O que acham quando dizem que apanharam e não morreram?

Pois é... Complicado isso, né?!

Quem apanha de pessoas que deveriam lhe dar amor, associam violência a amor e mais tarde, quando adultas, tendem a aceitar a violência doméstica como algo natural. É a banalização da violência familiar.

Não que escapemos dela. A violência e a toxidade familiar são uma constante dentro das famílias, principalmente aquelas que não aceitam as mudanças e nem as pessoas que não se enquadram naquilo que pensam. Famílias autoritárias.

Aquelas pessoas que não se enquadram na mesmice de 1900 também sofrem. Porque mudar requer responsabilidade e autonomia. É muito mais fácil repetir hábitos do que repensá-los. E tome violência.

A propósito estou preocupada com o índice de violência no mundo. Vizinhos matando vizinhos por banalidades, coleguinhas de escola, e no trânsito nem preciso falar...

É urgente que as pessoas aprendam sobre RESPEITO e DIÁLOGO.

Se precisarem de ajuda, procurem uma psicóloga, mas não deixem a sua toxidade perpetuar e muito menos a violência.

Depois vou postar sobre violência psicológica, toxidade da família e outros temas leves kkkkkkkkkkk.

Beijos

 

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